OBESIDADE: A CHAVE PODE ESTAR NO INTESTINO

28 de fevereiro de 2020 por Temistocles Neto0
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Se um dos seus objetivos para este ano é perder peso, você não está sozinho: os Estados Unidos têm a maior taxa de obesidade no mundo. Em 2010, mais de 35% dos adultos americanos eram obesos, assim como 17% das crianças, e
estima-se que 50% dos adultos serão obesos em 2030. A obesidade tem sido atribuída a muitas coisas, incluindo o
consumo excessivo de grãos processados (arroz branco, farinha refinada), alimentos açucarados e refrigerantes e o sedentarismo.
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No entanto, os cientistas estão explorando a possibilidade de que as bactérias que circulam no intestino podem contribuir para a cintura em expansão e, talvez, para a incapacidade
de perder peso. Os trilhões de bactérias que vivem em seu intestino podem ser jogadores-chave em tudo, desde a disfunção do sistema imunológico resistência à insulina, diabetes, obesidade, depressão, distúrbios de pele e doenças autoimunes. Um desequilíbrio de bactérias nocivas no intestino pode secretar substâncias conhecidas como endotoxinas, que podem incitar a inflamação e contribuir para mudanças nos hormônios que, posteriormente, levam ao ganho de peso.
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E como você pode manter o seu intestino saudável e feliz? Comece evitando grãos processados (arroz branco, farinha refinada) e açúcares, que podem promover o crescimento de bactérias nocivas, e mude para grãos integrais, não processados, bem como alimentos fermentados. Alimentos fermentados, como iogurte e chucrute, contêm bactérias saudáveis conhecidas como probióticos que ajudam a repor as bactérias do intestino saudável. Alimentos como alho, alho-poró e cebola contêm substâncias conhecidas como prebióticos, que também ajudam a alimentar e promover o crescimento dessas bactérias saudáveis.
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Às vezes, um suplemento probiótico também é necessário para ajudar a restaurar a saúde do intestino, e algumas pessoas podem até precisar de tratamento mais específico para reduzir os níveis de bactérias nocivas no intestino. E, claro, não se esqueça de gerenciar o estresse, dormir o suficiente e fazer exercícios.
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Fonte: Drs. Kay Juiz e Maxine Barish-Wreden The Sacramento Bee, na Califórnia (28 de dezembro de 2012)

#obesidade #intestino


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Sou formado desde 2010 pela Universidade Federal de Rondônia e moro em Brasília há 8 anos após ter vindo servir o Exército Brasileiro. Sou Servidor da SES/DF há 6 anos na função de Médico de Família e Comunidade/Clínica Médica, sendo função atual na SES.

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